Dentre os cursos de nível superior existentes, o de Ciências Econômicas é um dos que oferece formação mais ampla. É composto por disciplinas das áreas de negócios, história, matemática, teoria e análise econômicas e integralizado em 4 anos (oito semestres). Essa formação ampla permite ao economista atuar em muitas áreas de mercado e no segmento acadêmico.
A Economia deve ser vista como uma ciência social, que estuda uma série de relações entre indivíduos dentro da sociedade – mais especificamente aquelas relacionadas ao mercado. Cabe acrescentar que a maior parte dos fenômenos estudados pelos economistas apresenta um grau de complexidade significativo. A própria questão "por que estudar Economia?" já apresenta um caráter complexo e ao mesmo tempo um desafio extremamente interessante, qual seja, desvendar os mistérios subjacentes aos fenômenos que norteiam o funcionamento do mundo em que vivemos.
Para que se possa entender os fenômenos econômicos e sociais, ou seja, as relações que estão por trás e que desencadeiam tais fenômenos na sociedade, os economistas necessitam de um profundo conhecimento histórico, teórico, quantitativo, metodológico e das questões institucionais.
O estudo da Economia permite uma compreensão maior acerca do mundo em que vivemos. Sem menosprezar as demais áreas que fazem parte das ciências sociais, a Economia pode ser considerada a ciência que mais avançou nos últimos tempos – embora ainda não consiga apresentar respostas para diversos fenômenos. Porém, qual ciência possui resposta para tudo? O conhecimento é algo sistemático, portanto, espera-se sempre sua progressão. Este é o grande desafio dos economistas – acompanhar as mudanças do mundo e propor novas explicações para problemas.
Nosso objetivo é formar economistas que cumpram sua função social e que possuam o perfil de analista sócio-econômico-financeiro, com sólida compreensão da importância da economia e das finanças para a construção de uma melhor realidade social.
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