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Histórico

Fundação: Onde o futuro aconteceu

Criada e instituída há 24 anos para investir na área educacional, a Instituição começa a se definir, ampliar e cumprir seus objetivos a partir de 1984 com a implantação de seu primeiro curso superior “Enfermagem e Obstetrícia”.

Com a Lei Municipal nº 462, de 25/11/62, a Fundação Educacional de Fernandópolis – FEF foi criada; Pessoa Jurídica de Direito Privado, seu criador foi o Prefeito Municipal da época, Senhor Antenor Ferrari. Teve seu primeiro estatuto decretado e promulgado pela Lei 555, de 28/07/78 e constante da Escritura de 11 de agosto de 1978 lavrada no 2º cartório de Notas e Ofício de Justiça da Comarca de Fernandópolis às folhas 2/10 do Livro 119, na qual foi dada a aprovação pelo Dr. Gilberto Ramos de Oliveira, 2º Promotor Público, conforme preceitua o Artigo 1.201 “Caput” do Código de Processo Civil. Reconhecida como de utilidade pública pela Lei nº 645/79.

A Fundação tem sua sede e foro na cidade de Fernandópolis, em favor da qual foi feita doação de bens imóveis, livres de quaisquer encargos, através de escritura, destas mesmas notas, bens esses constantes de um prédio próprio para escola, situado na Avenida Américo Messias dos Santos, nº 149, bem como seu respectivo terreno.

 

Fernandópolis, cidade onde se localiza a Fundação

 

Fernandópolis fica distante da capital 555 quilômetros, localizando-se a noroeste do estado, com uma área de 545 km2 (já definida quando da instalação do Município) e uma população estimada de 66.000 habitantes na cidade e 4.000 no campo. Possui 25.700 domicílios urbanos, uma taxa de urbanização de 92,65%, um orçamento municipal de 28 milhões anuais e uma área de influência de 1,7 milhões de habitantes.

 

Fernandópolis fica feliz com o nascimento do Colégio Comercial

 

A Fundação Educacional de Fernandópolis teve seu endereço alterado para Avenida Teotônio Vilela S/N, Campus Universitário, a partir da anexação de terreno e prédios doados pela Prefeitura Municipal, conforme escritura de doação datada em 14/04/1986, para a criação e instalação do curso superior de Enfermagem e Obstetrícia, sob a denominação de Faculdade de Enfermagem e Obstetrícia de Fernandópolis.

Estatuto da Fundação

De acordo com seu estatuto, a Fundação é administrada pelos seguintes órgãos:
- Conselho Curador;
- Diretoria Executiva;
- Conselho Fiscal.

O Presidente da Diretoria Executiva representa a Fundação em juízo e fora dele, ativa e passivamente, podendo inclusive delegar poderes e constituir mandatários.

A reforma do Estatuto deve ser feita por proposta da Diretoria Executiva, e/ou por maioria dos membros do Conselho Curador, ouvido o representante do Ministério Público.

Sem qualquer finalidade lucrativa, a Fundação teve como objetivos primários:


1. Manutenção do Colégio Comercial de Fernandópolis, criado pela Lei Municipal nº 2/65, de cursos superiores ou outros quaisquer que venham a ser criados e instalados, atendendo-se à legislação específica, bem como às exigências do Ministério de Educação e Cultura;

2. Ministrar o ensino técnico-científico, com o aperfeiçoamento dos métodos de ensino, a elaboração de estudos de interesse didático e tecnológico, além do exercício de atividades diárias de especialização, de ensino ministrado e que venha a ministrar;

3. Manutenção e criação de estabelecimentos de ensino, centros de ensaios e pesquisas;

4. Desenvolvimento de programas sócio-educacionais em benefício da comunidade.

A Diretoria Executiva teve como seu primeiro presidente o Dr. José de Almeida Silvares.
Em 04 de agosto de 1987 é instalada a Escola de Auxiliar de Enfermagem “Dr. Alberto Senra”, hoje Escola Técnica Profissionalizante.

Novos cursos superiores

Em 1989 é criada e instalada a Faculdade de Ciência e Letras de Fernandópolis com os cursos de Letras, História e Geografia, unidade que amplia a estrutura e aumenta as possibilidades de crescimento da Instituição.

O período negro como se declara

Entre 1984 e 1992 a Fundação atravessa períodos de extrema dificuldade, tanto no setor administrativo como no pedagógico. Com apenas quatro cursos superiores e uma escola técnica, sua sobrevivência era cada vez mais conturbada pela falta de recursos financeiros. Subsistia apenas com as mensalidades escolares, sem nenhum tipo de subvenção.

Rumo ao desenvolvimento com novas perspectivas

Contudo, um ano depois, a Fundação não só apaga essa imagem, como multiplica seus projetos. De um lado organiza-se administrativamente, sob a égide da administração da então presidente Dra. Brígida Cristina do Amaral Botelho Prudêncio, que muda o organograma da Instituição, criando, através de Resolução, o cargo de Secretária Executiva, hoje Diretora Geral, cuja finalidade vem sendo ter um representante direto da figura do presidente, que acompanha de perto as atividades diárias e chefia os setores administrativos.

Por outro lado a Fundação começa a dar ênfase ao campo da cultura, propondo a criação de novos cursos. Propõe ao Conselho Estadual de Educação a instalação dos cursos de Ciências Econômicas, Pedagogia e Farmácia – Habilitação Farmacêutico Bioquímico.

Os investimentos ainda são tímidos, mas por decisão do Conselho de Curadores, diante da Proposta da então Presidente da Fundação, é criado o Centro de Aperfeiçoamento e Pós-Graduação, CAP-FEF, que constou da Ata da Reunião do Conselho de Curadores.

Enquanto aguardava-se a aprovação de novos cursos superiores, a Fundação lutava para a melhoria de sua infra-estrutura, até então muito acanhada, contando com: 13 salas de aula, 4 laboratórios (Anatomia – com museu, Biologia, Microscopia, Histopatologia e Enfermagem), setor administrativo, uma sala para professores e uma biblioteca.

Contando com o esforço da Diretoria Executiva da época e Secretária Executiva, a Fundação organiza-se, administrativamente falando, e consegue oferecer respaldo ao setor pedagógico, com uma infra-estrutura melhorada.

Após esforços da própria Fundação, bem como de pessoas da comunidade interessadas no crescimento da instituição, o CEE aprova os cursos de Ciências Econômicas, Pedagogia e Farmácia – Habilitação Farmacêutico Bioquímico.

 

 A unificação das Faculdades, período de grande contribuição

 

Entendeu-se, nesta época, a necessidade de fazer a unificação das duas Faculdades, surgindo os Estabelecimentos de Ensino Superior Integrados de Fernandópolis-EESIF, mantidos pela Fundação. A Unificação da duas Faculdades aconteceu através de Ato Administrativa baixado ex-Presidente da Fundação Dr. Brígida do Amaral Botelho Prudêncio, Portaria FEF nº 76/96, prevista no Artigo 4º da Lei nº 1984 de 20/12/1994, sendo o referido ato homologado pelo Conselho de Curadores em reunião de 04 de dezembro de 1996. Com a unificação das duas Faculdades foi eleito um único Diretor e Vice-Diretor Pedagógico. Para isso, a Diretoria Executiva reuni-se e elegeu os Srs.: Professor Durval Aparecido Ramanholi e Professora Alba Regina de Abreu Lima Catelani, respectivamente Diretor e Vice-Diretora Pedagógica, que tiveram suas escolhas referendadas na mesma reunião de 04/12/96. Para a escolha, a Diretoria Executiva baseou-se na Deliberação CEE 05/96, de 27/06/96 e no Regimento Unificado para os “Estabelecimentos de Ensino Superior Unificados de Fernandópolis”. A escolha foi feita mediante lista tríplice enviado à Diretoria Executiva pelas Faculdades conforme Ata e Ofícios nº 034/96 e nº 069/96.

A grande expansão

Mais uma vez a demanda de novos cursos leva a Fundação a ampliar seu quadro: Tecnologia em Processamento de Dados, Engenharia de Alimentos e Fisioterapia. Com isso investe-se mais ainda em infra-estrutura; constrói e monta mais cinco laboratórios: 1 de Informática (com 41 micros), 2 de Fisioterapia (Laboratórios de Cinesioterapia e Eletroterapia, com almoxarifado), 1 de Análises Clínicas e 1 de Línguas (20 cabines).

Decorrente do próprio crescimento da Instituição, aumento na demanda de alunos, professores e funcionários, fez-se necessária a informatização de todo o Campus, criando inclusive um provedor próprio (hoje 90% dos microcomputadores da Fundação estão conectados à Internet).

À medida que foram criados os cursos, novas contratações de professores aconteceram dentro de suas especialidades. Em outubro de 1999, a Fundação Educacional de Fernandópolis já contava com 117 professores e 07 Departamentos. Hoje temos 134 professores, 10 coordenadores de curso e 5 auxiliares de laboratório.

Em abril de 1999 três processos foram montados e enviados ao CEE, solicitando a criação dos cursos de: Ciências Biológicas – Modalidade Médica e Licenciatura, Psicologia – Formação de Psicólogos e Fonaudiologia. Tivemos a instalação do curso de Ciências Biológicas; finalmente em 15/12/99 foram autorizados os cursos de Psicologia e Fonaudiologia, tendo como relator o Conselheiro Vagner José Oliva.

Dando maior suporte aos cursos de Farmácia e Tecnologia em Processamento de Dados, em 2000 a Fundação entrega à comunidade acadêmica mais um laboratório de informática com 41 micros e uma Farmácia-Escola.

A Fundação vem criando condições a fim de que a permanência de professores titulados seja satisfatória, oferecendo ajuda de custo para viagens, custeando combustível, alimentação e pernoite.

Importante também é o incentivo à participação em congressos, simpósios, etc. fora de Fernandópolis, não só para professores, bem como alunos que têm suas despesas de passagem patrocinadas pela Fundação.


CAMPUS I - 17 3465 0000 | Av. Teotônio Vilela, s/n -Câmpus Universitário
CAMPUS II - 17 3465 0002 | Av. Ex. Brasileiros, 392 - FEF teen
CAMPUS III - 17 3465 0003 | Av. Litério Grecco, 600 - Shopping Center
UNIDADE INFANTIL - 17 3465 0005 | Av. Expedicionários Brasileiros, 392 -FEF TEEN