sábado, 08 agosto 2020
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Crise da COVID-19: o estágio remunerado pode ser uma luz no fim do túnel

A pandemia do novo coronavírus tem impacto imediato na economia mundial e as consequências para a macroeconomia ainda são imprevisíveis. De acordo com a Agência Brasil,  a economia brasileira irá encolher 5,2% neste ano, como prevê a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). Segundo o órgão vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU), a América Latina sofrerá a pior crise social em décadas, com milhões de pessoas passando por desemprego e pobreza.

São tantos os recordes deixados por essa crise relâmpago que, talvez, deveríamos pensar em parar no meio do caminho, tomar distância e olhar em perspectiva as estatísticas, todas pavorosas, que o dia a dia nos deixa. Até agora, as que continuam caindo, já não a conta-gotas e sim em avalanche, deixam uma enxurrada de más notícias impossíveis de se imaginar meses atrás.

Desde a Segunda Guerra Mundial, nunca tantos países ao redor do mundo fecharam escolas e universidades ao mesmo tempo e pelo mesmo motivo. Para se ter uma ideia, nesse momento são 138 países com instituições educacionais fechadas, 1,37 bilhões de estudantes fora da escola (representando mais de 3 em cada 4 crianças e jovens em todo o mundo) e 60,2 milhões de professores que não estão lecionando em salas de aula.

A pandemia de Covid-19 forçou instituições educacionais em todo o mundo a utilizar repentinamente ferramentas tecnológicas disponíveis há muito tempo para criar conteúdo e experiências de aprendizado remoto para estudantes. Educadores de todas as áreas estão experimentando novas possibilidades de ensinar - e isso é um grande avanço para um dos setores mais resistentes a mudanças e a adoção de novas tecnologias.

Embora saibamos que o impacto da pandemia será abrangente, o que isso significa a longo prazo para a educação e a forma como nos preparamos para ter uma vida produtiva?

Em qualquer situação, estudar é essencial, principalmente, quando se está buscadestaque e valorização no mercado de trabalho. Investir em aprendizado e em qualificação profissional é uma decisão assertiva.  Quando falamos em formação universitária, isso é ainda mais relevante. Afinal, ter um diploma de graduação faz com que seja possível acessar muitas oportunidades e consiga driblar as dificuldades.

Ao procurar vagas de emprego, você vai notar que a maioria delas exige ou recomenda formação superior de seus candidatos, pois o diploma universitário costuma demonstrar que o candidato tem os conhecimentos necessários para exercer a função. Estudar, portanto, é uma maneira de abrir novas portas e de poder acessar oportunidades únicas. Mais que preencher o seu currículo, oferece os conhecimentos para que você lide com problemas e encare os desafios da melhor forma. Em meio a isso, surgem durante o período de especialização, os estágios remunerados, que mesmo com a crise têm crescido.

De acordo com a Fundação Brasileira de Contabilidade, o Brasil possui 530.373 profissionais da área de Administração e Ciências Contábeis – sendo 65,8% graduados e outros 34,2%, técnicos. Só em 2019, 52.483 pessoas se formaram nestes cursos em universidades particulares e públicas do Brasil. No mesmo ano, Ciências Contábeis foi a 10ª carreira mais procurada no Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

Na nossa região, este cenário não se mostra diferente. Somente neste ano, a Fundação Educacional de Fernandópolis/FEF possibilitou a intermediação para vários alunos dos cursos de Administração e Ciências Contábeis.

Um desses alunos é o Bruno Henrique S. Silva que ingressou na instituição em 2013, no curso de Administração e, atualmente, está cursando Ciências Contábeis na FEF. “Estou no 7° período e  o curso superou totalmente minhas expectativas, além da excelência nas disciplinas, a faculdade me proporcionou através da indicação do coordenador do curso, Rogério Ribeiro, a oportunidade de trabalhar em uma grande empresa, mesmo com o país atravessando esta crise e pandemia. Sou muito grato a faculdade, ao corpo docente e indico a todos que queiram ter ótimas oportunidades no mercado trabalho”, relatou Bruno.

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